
A prisão aconteceu dentro do seu estabelecimento comercial, uma loja de revenda de telefones celulares localizada na Rua Augusto Monteiro, no centro de Caicó. Depois o Gordo, foi conduzido para a delegacia de Polícia Civil, aonde foi ouvido.
O delegado disse que em seu depoimento, o acusado negou participação no crime, mas a polícia dispõem de provas que apontam em sua direção. “Nós temos indícios suficientes que apontam para sua participação como mandante da morte de F Gomes”, disse Marcio Delgado.
Sobre os motivos que levaram o comerciante a praticar o crime, o delegado não foi claro. “Nós temos mais do que indícios da participação de Lailson na morte de F Gomes, tanto que a prisão dele é preventiva e não temporária, inclusive nós ainda temos outras diligências para cumprir hoje e nos próximos dias”, afirmou.
Em outro momento o delegado Ronaldo Gomes de Morais, que hoje é Delegado Geral da Polícia Civil no RN, afirmou que Valdir Souza do Nascimento, que está preso em Alcaçuz, condenado por envolvimento com o tráfico de drogas e por assaltos, era o mandante do crime. O indicio seria um telefone celular que foi encontrado dentro de sua cela um dia após a morte de F Gomes.
Indagado sobre esse fato, Marcio Delgado disse que a investigação feita por Ronaldo Gomes abriu caminhos para o trabalho em andamento agora. “O Dr Ronaldo Gomes, abriu um leque na investigação para nós chegássemos a essa pessoa que agora está presa, e outras pessoas poderão aparecer no curso da investigação que ainda não terminou”, afirma.
O comerciante Lailson Lopes foi detido por força de mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Luiz Candido de Andrade Vilaça, titular da Vara Criminal da comarca de Caicó, e teve o aval do promotor criminal, Geraldo Rufino de Araújo Júnior.
O autor material do crime, João Francisco dos Santos, o “Dão”, segue preso na Penitenciária Estadual do Seridó. Ele não teria colaborado em nada durante as investigações, fato este confirmado pelo promotor Geraldo Rufino, em entrevista há algumas semanas.
Com relação à arma usada no crime que João Francisco afirma ter jogado dentro do açude Itans, o delegado diz que “mesmo ele tendo reafirmado várias vezes isso, nós preferimos não relatar nada a cerca deste fato”, disse.
Fonte: Sidney Silva
Nenhum comentário:
Postar um comentário