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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Operação batalhão mall: Policiais do 10º BPM acusados de corrupção são inocentados por falta de provas

Foto: Divulgação / ACS-PM


Os militares estavam sendo acusados de corrupção passiva. “Porém, ao longo do processo, ninguém foi ouvido ou nenhum dos possíveis corruptores foi ouvido e condenado. Então, um dos questionamentos que fizemos foi justamente esse. Como haveria corrupção passiva sem os corruptores. Além disso, as transcrições de gravações estavam resumidas, o que enfraquecia a acusação. Ou seja, a acusação foi muito vaga e genérica”, completa Paulo César Ferreira.Os advogados de defesa dos militares que eram acusados no processo da chamada Operação Batalhão Mall conseguiram a extinção do processo e, com isso, os 17 réus no caso acabaram sendo absolvidos. O advogado Paulo César Ferreira, da assessoria jurídica da Associação dos Cabos e Soldados (ACS), representou quatro soldados associados e fala sobre o resultado.
“Ainda durante o andamento do processo, nós já tínhamos pedido a anulação e, durante nossa apresentação oral, no julgamento realizado hoje, reforçamos a tese de que não havia nenhuma prova contra os militares. Por esse motivo, fazia necessário a anulação do processo, o que foi concebido”.
Os policiais associados à Associação de Cabos e Soldados que tiveram acompanhamento da assessoria jurídica da entidade foram: Emerson Dantas Lopes, Francine Nogueira da Silva Júnior, Glauco Vasconcelos de Morais, e Demétrio Rebouças Torres.
Além deles, foram absolvidos Wellington Arcanjo de Morais; Eliezer Rodrigues Felismino; Carlos Alberto Gomes de Oliveira; João Sérgio de Oliveira Fagundes; Ivanildo Henrique Mendonça; Winston Hélio de Araújo Coutinho; Antônio Nogueira da Costa; Francisco Xavier Leonez; Jocélio Sandro Bezerra; Manoel Xavier Leonês; Dário Martiniano Bezerra Filho; Iukatan Jefferson da Silva; e José Nilton dos Santos.


Fonte: PortaoBO

domingo, 13 de novembro de 2011

Cabedelo - PB: Trio confessa que matou homem

Na manhã deste domingo (13), três homens foram presos na comunidade Jardim Jericó, na cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Os presos são: José Anderson Bezerra dos Santos, 20 anos; José Bernardino Neto, 20 anos; e Jandiedson da Silva França, 20 anos. Eles são acusados de matar Rafael de Brito Ferreira na última sexta-feira (11), na própria comunidade, conhecida como 'Carandiru'.

A prisão foi realizada por homens do serviço de inteligência da 4ª CIA do 1º Batalhão da Polícia Militar. Com os acusados, foram apreendidos dois revólveres calibre .38.

O comandante da 4ª CIA, Major Sena, disse que o apoio da população é fundamental na elucidação dos crimes. "Em parceria com a população, vamos continuar trabalhando à serviço da sociedade para os crimes não ficarem impunes", ressaltou.

Os três acusados foram encaminhados à 7ª Delegacia Distrital, em Cabedelo. Na delegacia, José Bernardino e José Anderson confessaram que mataram o Rafael, eque Jandiedson da Silva, foi o responsável para 'esconder' as armas do crime.


Do blog com informações do Portalcorreio

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

OPERAÇÃO BATALHÃO MALL: Promotor conclui inquérito na próxima semana

Está programada para a próxima semana a conclusão do inquérito conduzido pelo Ministério Público Estadual em decorrência da Operação Batalhão Mall. Com o término das investigações, os promotores poderão denunciar ou não os 12 policiais militares e outros três empresários presos no início do mês de julho. O MP alertou que as denúncias de corrupção a serem encaminhadas à Justiça podem também incluir pessoas que não foram detidas inicialmente, mas que tiveram a participação comprovada ao longo do inquérito.

Ontem, um dos últimos documentos requisitados foi entregue aos responsáveis pela condução da investigação. Trata-se de papéis do banco Bradesco, cuja relação com o inquérito não foi esclarecida à reportagem. "Com o término do inquérito, existe a possibilidade de apenas  uma parte ser denunciada pelos crimes investigados. Assim como, pessoas que sequer chegaram a ser presas também pode ser responsabilizadas pelos delitos apontados", afirmou o promotor de Justiça de Investigação Criminal, Wendell Bethoven Ribeiro Agra.

Apesar de as denúncias estarem próximas de ocorrer, o promotor Wendell Bethoven descartou a possibilidade da realização de novas prisões a curto prazo no caso. Segundo ele, a possibilidade de detenção existe após o julgamento ou se houver qualquer tentativa de prejuízo ao processo por parte dos envolvidos.
"Como não são crimes que envolvem violência, não se justifica a prisão cautelar dos suspeitos. Eles responderão ao processo em liberdade", informou o promotor. Na oportunidade foram detidos o então comandante do 10º Batalhão da PM, em Assú, coronel Wellington Arcanjo de Morais, e o ex-sub comandante, major Alberto Gomes, além de outros 10 praças da Corporação.

Os empresários do ramo de posto de combustíveis, Rodolfo Fagundes de Albuquerque e Erinaldo Medeiros de Oliveira, e o sócio da rede Nossa Agência, Pedro Gonçalves, também foram presos.

Menos de duas semanas depois, porém, todos ganharam a liberdade através de habeas corpus e revogações das prisões pedidas pelo próprio MP, que já não considerava necessária a reclusão. Para o promotor Bethoven, a prisão preventiva não pode ser encarada como uma antecipação da condenação. "Pelo tipo de crime que são investigados, não havia como mantê-los presos. Em alguns dos casos, nós mesmos pedimos essa liberdade para os policiais", disse.

Novas denúncias surgem após Operação do MP

O Ministério Público Estadual já planeja investigar outras cidades do Estado na qual a Polícia Militar é suspeita de agir da mesma forma que supostamente agia em Assú. Lá, a Operação "Batalhão Mall" teve o objetivo de desarticular  organização criminosa responsável pelo cometimento reiterado de crimes de corrupção ativa, passiva e peculato contra a Administração Pública Militar, através de negociatas com pontos bases de viaturas e vendas do serviço policial.

De acordo com o promotor Wendell Bethoven, a partir de tal operação, o MP já recebeu várias informações que podem dar início a outros inquéritos no interior do Rio Grande do Norte. "Percebemos que por conta própria a Corporação já começou a investigar irregularidades. Alguns comandantes da PM no interior já instauraram sindicâncias".

Em Currais Novos, por exemplo, o comandante da 3ª Companhia Independente da PM, major Francisco Edilson Fernandes, já declarou que a situação tornou-se precária após o encerramento dos "convênios não-legalizados". Em entrevista durante o final da semana passada ao canal da cidade, Sidys TV, o major denuncia a situação em que vive.
 
"Quando a gente chegou aqui, já vinha passando dificuldade financeira porque não tínhamos verba própria. O que tínhamos: o banco nos ajudava com o convênio que havia. Depois que houve o problema lá em Assú, os bancos e nós mesmos ficamos pensando, porque não é uma questão legalizada. Teria que ser legalizada. Temos uma dificuldade grande e isso já começou a refletir na cidade", informou.

O major diz que já tomou a decisão de pedir exoneração do cargo e deixar a cidade em virtude dos problemas financeiros potencializados em conseqüência da Operação Batalhão Mall. A reportagem tentou contato com o oficial durante o dia de ontem, mas não houve retorno aos telefonemas realizados.

O promotor de Justiça, Wendell Bethoven Ribeiro Agra, é enfático ao criticar a estrutura da PM vista no interior do Estado. "A Polícia Militar não pode precisar de donativos como esse, que funcionam como esmola. Isso só demonstra a fragilidade do sistema de segurança, sem logística, que chegar a pedir alimentação. Os policiais não podem se sujeitar e se tornarem pedintes. A Corporação tem que parar de funcionar na base da gambiarra", declarou.

Pms aguardam avaliação psicológica para retornar ao Batalhão

Os 10 praças presos em decorrência da Operação Batalhão Mall ainda não retomaram seus postos no 10º Batalhão da Polícia Militar em Assú. Os soldados e o sargento envolvidos nas investigações aguardam avaliação psicológica junto à Diretoria de Saúde para voltarem ao patrulhamento ostensivo. Hoje, nenhum deles está nas ruas. O soldado João Maria Figueiredo, diretor da Associação de Cabos e Soldados da PM/RN, esclarece a situação. "Eles estavam de férias e quando retornaram, solicitaram a avaliação psicológica, em virtude do forte trauma sofrido pela prisão ocorrida. Ainda essa semana, está marcada a apresentação deles na Diretoria de Saúde".

A reportagem tentou contatar os envolvidos, que através da Associação, negaram-se a conceder entrevista. O soldado Figueiredo garantiu que a cidade de Assú está prestando grande apoio aos praças. "Inclusive já marcaram para agosto uma audiência pública na Câmara Municipal para esclarecer as circunstâncias da Operação".

O representante da Associação de Cabos e Soldados chamou atenção também para o fato de o efetivo do 10º Batalhão não ter sido reposto após o afastamento dos envolvidos. "Estimo que os 10 praças representem 30% do policiamento ostensivo em Assú. Após a prisão deles, não houve reposição de efetivo", destacou o soldado Figueiredo. 

TribunadoNorte - Marco Carvalho

terça-feira, 19 de julho de 2011

Sousa - Pb: Polícia estouram boca de Fumo


 












O Grupamento de CHOQUE do 14ºbpm estourou uma boca de fumo no Bairro Mutirão as 16:40h desta segunda-feira (18), no qual foram apreendidas 32 pedras de crack e uma quantia em dinheiro de R$ 105 em notas de R$ 2, R$ 5 e R$ 50.

Após denuncias, e um mandado de prisão expedido pelo Juiz da 1º Vara de Sousa, Drº José Normando Fernandes, o Grupamento de Choque realizou investigação minuciosa, e chegou até a residência de um menor de 17 anos localizada no Bairro Mutirão, onde foram localizadas as 32 pedras de crack, um revólver cal. 22 com quatro cartuchos intactos além de R$ 105 em dinheiro.

Maria das Neves Gomes, 39 anos, conhecida por Lia, Mãe do menor foi apreendida, com suspeita de envolvimento na venda da drogas com o Filho.
A droga foi encontrada interrada no jardim da casa, enquanto a arma, o Menor ao perceber a chegada da Polícia Militar, tentou se desfazer, a jogando no muro da residência visinha.


O menor de 17 juntamente com a mãe foram conduzidos pelo Grupo de Choque até a Delegacia de Polícia.


A Polícia Militar, P2, e Rádio Patrulha, investigam a participação de outra pessoa na participação dos suspeitos na venda da droga no Mutirão na Cidade de Sousa.

FolhadoSertão

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Operação batalhão mall: Todos os 15 acusados já estão soltos

Os quatro policiais militares que ainda se encontravam detidos acusados de corrupção em investigação do Ministério Público denominada Batalhão Mall foram liberados ontem. O próprio Ministério Público Estadual requereu a soltura dos presos: o tenente-coronel Wellington Arcanjo de Morais; o major Carlos Alberto Gomes de Oliveira; o sargento Francisco Xavier Leonez e; o soldado Demétrio Rebouças Torres.
Wendell Beetoven pediu liberação dos policiais ainda detidosWendell Beetoven pediu liberação dos policiais ainda detidos

Na avaliação da Promotoria de Investigação Criminal, com a conclusão da tomada dos depoimentos orais não há mais, em tese e neste momento, o risco de ameaça às testemunhas, de modo que a soltura dos réus não tende a prejudicar o avanço das investigações.

Essa medida não impede uma nova solicitação de prisão preventiva caso o Ministério Público perceba ameaça a testemunhas, tentativa de destruição de provas ou outro motivo que legalmente embase novo pedido de prisão.

O Ministério Público requereu, ainda, como medida alternativa à prisão dos soldados da Polícia Militar investigados que eles sejam transferidos do 10º Batalhão, em Assu, para outro local, como forma de impedir constrangimentos às testemunhas, assim como impedir um possível retorno, de forma dissimulada, do esquema desarticulado.

As investigações do suposto esquema de corrupção avançaram nos últimos dias, quando o Ministério Público teve a oportunidade de avaliar os documentos apreendidos e colher depoimentos.

Para o promotor de Justiça, Wendell Beetoven Ribeiro Agra, que preside as investigações com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o conjunto do material apreendido reforça as suspeitas iniciais, estando o Ministério Público realizando análise cuidadosa e detalhada sobre cada recibo, nota e documento apreendido, conjugando esse material com o conteúdo probatório existente.

O Ministério Público poderá usar todo o prazo legal para a conclusão do procedimento investigatório criminal (40 dias no caso de réus soltos), uma vez que também será necessária a análise do conteúdo de computadores e mídia digitais apreendidos por parte do Itep.

Operação prendeu 15 pessoas acusadas de corrupção na PM

Das 15 pessoas que foram detidas no último dia 4, em virtude da Operação Batalhão Mall, onze já estavam em liberdade garantida pelo Tribunal de Justiça do Estado. Os três empresários e oito dos doze policiais entraram com ação e conseguiram habeas corpus, não chegando a passar uma semana atrás das grades. No último dia 4,  oitenta homens e 11 promotores envolvidos na Operação deram cumprimento a 15 mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Na sexta-feira passada, o desembargador Vírgilio Macêdo expediu alvará de soltura para oito praças da PM. Os empresários Rodolfo Soares Fagundes de Albuquerque e Erinaldo Medeiros de Oliveira, donos de postos de combustíveis, estão libertados. O gerente da Nossa Agência, Pedro Gonçalves, também foi liberado.

Defesa

A Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar entregou esta semana documentos ao Ministério Público contradizendo as suspeitas de corrupção contra doze policiais lotados no 10º Batalhão de Assú. A ACS detalhou  defesa para cada ponto apontado pelas investigações do MP. O desvio de gasolina, os pontos bases em locais privados e a escolta de transportes de valores são justificados pela ACS.

Em um dos vídeos divulgados pelo MP, aparece o suposto desvio de gasolina de uma viatura para um carro descaracterizado e, que segundo a investigação, seria de um proprietário particular. A ACS esclarece: "Em relação ao desvio de gasolina,  a troca do combustível foi feita, sim, para um carro particular que é utilizado para o serviço investigativos. O uso do carro é de conhecimento do Comando da PM".

Quanto a escolta em transporte de valores no município de Assú, a associação que "o Estado autoriza a Polícia Militar a realizar escolta de transporte de valores em locais onde não haja serviço de uma empresa particular". De acordo com a associação, o posto de gasolina em que viaturas foram flagradas paradas é um ponto base devido à violência da região circunvizinha. 

TribunadoNorte

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Operação Batalhão Mall: Investigações avançam e MP pede soltura dos últimos quatro investigados presos

                                                                        
Nesta quarta-feira, 13/07, o Ministério Público do Rio Grande do Norte requereu soltura dos últimos quatro investigados presos durante a operação Batalhão Mall: o Tenente Coronel Wellington Arcanjo de Morais; o Major Carlos Alberto Gomes de Oliveira; o Sargento Francisco Xavier Leonez e; o Soldado Demétrio Rebouças Torres. Na avaliação da Promotoria de Investigação Criminal com a conclusão da tomada dos depoimentos orais não há mais, em tese e neste momento, o risco de ameaça às testemunhas, de modo que a soltura dos réus não tende a prejudicar o avanço das investigações.

Essa medida não impede uma nova solicitação de prisão preventiva caso o Ministério Público  perceba ameaça a testemunhas, tentativa de destruição de provas ou outro motivo que legalmente embase novo pedido de prisão.

O Ministério Público requereu, ainda, como medida alternativa à prisão dos soldados da Polícia Militar investigados que eles sejam transferidos do 10.º Batalhão, em Assu, para outro local, como forma de impedir constrangimentos às testemunhas, assim como impedir um possível retorno, de forma dissimulada, do esquema desarticulado.

As investigações do suposto esquema de corrupção avançaram nos últimos dias, quando o Ministério Público teve a oportunidade de avaliar os documentos apreendidos e colher depoimentos.

Para o Promotor de Justiça Wendell Beetoven Ribeiro Agra, que preside as investigações com o apoio do GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o conjunto do material apreendido reforça as suspeitas iniciais, estando o Ministério Público realizando análise cuidadosa e detalhada sobre cada recibo, nota e documento apreendido, conjugando esse material com o conteúdo probatório existente.

O Ministério Público poderá usar todo o prazo legal para a conclusão do procedimento investigatório criminal (40 dias no caso de réus soltos), uma vez que também será necessária a análise do conteúdo de computadores e mídia digitais apreendidos por parte do ITEP.

por Assessoria de Imprensa do MPRN