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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

João Pessoa - PB: IPC recolhe objetos na casa de irmãs mortas

O perito Humberto Pontes, diretor da Gerência Executiva de Medicina e Ondontologia Legal de João Pessoa (GEMOL) detalhou ao Portal Correio, os materiais colhidos na casa das irmãs mortas – supostamente por envenenamento – na Capital durante uma perícia do Instituto de Policia Cientifica (IPC), na casa das crianças. A inspeção ocorreu no último sábado (12).
 
Irmãs mortas na Capital
Irmãs mortas na Capital























De acordo com Humberto, os peritos retiraram vários objetos da residência que vão contribuir para a elucidação das mortes das garotas que chocaram a Paraíba.

Foram colhidos: lençóis com restos de vômitos, plantas, mamadeiras com resto de alimentação, alimentos e alguns materiais.


Os objetos estão sendo submetidos a analises e os resultados dos exames serão divulgados durante uma coletiva de imprensa, em aproximadamente 20 dias.


Perguntado sobre a causa da morte nos atestados de óbitos das irmãs, Pontes resumiu: “A determinar”.

Entenda o caso

Kauêne Geovania da Silva, de 2 anos e 6 meses e Suzane Ferreira Vieira da Silva, de 1 ano e 3 meses, não resistiram aos ferimentos causados, de acordo com IPC, por intoxicação causada por ingestão de planta venenosa.


A informação inicial dava conta que as crianças teriam sido estupradas, mas peritos constataram que não houve abuso sexual. O pai chegou a ser preso, mas foi liberado.



Portalcorreio - Hyldo Pereira

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

João Pessoa - PB: Mulher encontrada morta no lixo é identificada

menina encontrada no lixo















O corpo da jovem encontrada morta nua e dentro de um tambor de lixo foi identificado na manhã desta sexta-feira (4) pela própria mãe. Vera Lúcia disse que a filha, Ana Lúcia da Cunha Santana, 28 anos, era garota de programa há 10 anos e se prostituia na rua da República, no Centro da Capital.

Vera Lúcia também disse, em entrevista a repórter Pollyana Sorrentino, da 98 FM, que a filha não tinha inimigos, mas era viciada em crack.

Foto: Aguinaldo Mota
Foto: Aguinaldo Mota


















O corpo da jovem foi encontrado no dia 27 de outubro de 2011, no bairro do Varadouro, na Capital. A boca da vítima estava amarrada por camisinhas.

Os garis da Empresa de Limpeza Urbana de João Pessoa (Emlur) estranharam o peso do equipamento e quando colocaram o lixo no caminhão tinha um lençol com grande volume de objetos.

Foto: Aguinaldo Mota
Foto: Aguinaldo Mota

















A priori, os garis imaginaram que seria o corpo de um animal, mas ao verificar o produto constataram que era o corpo de uma mulher.

Uma perícia feita no local, os agentes da Gemol afirmaram que a jovem foi assassinada com um tiro no pescoço e teve a boca amarrada por várias camisinhas.
Portalcorreio - Felipe Silveira